Olhe as bordas da tela. Esse é o painel da Nebli que você recebe ao criar uma conta hoje: a transmissão ao vivo por WHEP com o seu indicador H.264, a latência, a telemetria sobreposta, o painel de gravação, o cartão de gamepad mostrando um controle de Xbox no comando. É uma implantação normal, ao vivo, em uma conta normal.
Só que o vídeo que entra não vem de uma câmera. Vem de uma aeronave virtual voando sobre uma Bogotá fotorrealista construída com os tiles 3D do Google.
Um stack real de dinâmica de voo pilota o drone virtual: o mesmo software de piloto automático de código aberto que voa aeronaves físicas, então o que você está manejando inclina, deriva e se assenta como um drone, não como a câmera de um videogame. Um renderizador na nuvem desenha o mundo com tiles 3D fotorrealistas da cidade. A vista da câmera é codificada em H.264 e entra na Nebli exatamente pelo mesmo pipeline que o vídeo de um drone real usa. O painel não consegue notar a diferença, porque não há: mesma ingestão, mesma transmissão ao vivo, mesma rota de telemetria, mesmos controles.
Essa última parte é o ponto. Não é um app de simulador à parte com o logo da Nebli. É a Nebli, com uma aeronave simulada conectada no lugar que uma real ocupa.
Em desenvolvimento. Não está disponível e não há data anunciada. Compartilhamos porque mostra bem como a Nebli é construída: se um vídeo consegue entrar no pipeline, a Nebli consegue transmitir ao vivo, gravar e colocar controles ao lado, sendo a aeronave real ou não.
Se você quer ver o que o pipeline faz hoje com um drone real, comece pelo teste de transmissão ao vivo da DJI ou crie uma conta.
Ainda não. Está em desenvolvimento e este artigo é uma prévia. Não há data de lançamento anunciada.
Sim. O painel, a transmissão ao vivo, a telemetria e o controle por gamepad do vídeo são o produto real da Nebli. A única coisa simulada é a aeronave.
Um stack real de dinâmica de voo (o mesmo software de piloto automático de código aberto que voa drones físicos) voa uma aeronave virtual sobre tiles 3D fotorrealistas da cidade. A câmera renderizada é codificada em H.264 e entra na Nebli pelo mesmo pipeline que o vídeo de um drone real usa.